PRISÕES LIVRES DE TUBERCULOSE
CLIENTE: Ministério da Justiça e Segurança Pública (DEPEN) e Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ)
EXECUÇÃO: 2016-2018
PÚBLICO: Pessoas privadas de liberdade, profissionais de saúde e segurança que atuam no sistema prisional, familiares e gestores públicos.
ABRANGÊNCIA: Projeto de âmbito nacional, envolvendo unidades prisionais de diversas regiões do Brasil.
A população privada de liberdade é um grupo-chave para o enfrentamento da tuberculose, apresentando taxas de incidência muito superiores às da população em geral. Condições como superlotação e acesso precário à saúde agravam esse cenário. O projeto “Prisões Livres de Tuberculose” buscou promover uma cultura de prevenção e cuidado nas unidades prisionais, com estratégias educativas baseadas em direitos humanos, saúde coletiva e redução de vulnerabilidades.


O QUE FIZEMOS
Análise de cenários: Realizamos um diagnóstico nacional a partir da condução de grupos focais com pessoas privadas de liberdade, profissionais de saúde e profissionais de segurança em unidades prisionais de diversas regiões do Brasil. O estudo permitiu identificar os principais desafios para a prevenção e o controle da tuberculose no sistema prisional, considerando também as necessidades e vulnerabilidades dos familiares dos internos.
Elaboração do Programa “Prisões Livres de Tuberculose”: Estruturamos um programa nacional de educação em saúde voltado para o ambiente prisional, contemplando diagnóstico situacional, criação de estratégias de intervenção educativa, desenvolvimento de metodologias formativas, ações de comunicação e mobilização.
Gestão e Execução do Programa: Coordenamos a execução do projeto em nível nacional, incluindo: a) Produção de materiais educativos e audiovisuais; b) Realização de oficinas presenciais com equipes multidisciplinares nos estados; c) Apoio à implementação de estratégias educativas dentro das unidades prisionais.






